terça-feira, 29 de janeiro de 2008

"Estranho"

Eu sou o estranho que veio do nada

Como um estranho caminha pelo meio da estrada

Eu sou o estranho que a todos ouve

Sou um estranho e ela nunca o soube.


Condenas e não percebes as minhas atitudes

Só o fazes porque desconheces as minhas virtudes

Pois eu vim para tudo divisar

Como que um céu encoberto que começa a clarear.


Se perguntarem quem eu sou

Se não souberem eu respondo

E se perguntarem para onde eu vou

Digam que benevolência ele vai pondo.


Quem sou eu que escrevo estas palavras

Quem sou eu que enfrento estas vagas

Digo que de nada tenho medo

Que perante nada nem ninguém cedo.


Pois eu sou o estranho que veio do nada

E um estranho para muitos sempre vou ser

Porque de ti eu nunca esperei nada

Mas tu de mim…Nunca te vais esquecer.


Lembra-te…

Eu sou apenas um simples estranho.

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